Marketing digital e a telemedicina: quais seus conceitos

Os constantes avanços na tecnologia proporcionam muitos benefícios para vários setores, inclusive, abrindo portas para novas formas de empreender, divulgar e interagir com outras pessoas. Um desses benefícios e um dos mais importantes, é na área de saúde.

Tanto o marketing digital quanto a telemedicina representam avanços importantes no setor médico hospitalar, um deles leva a informação a inúmeras pessoas, conteúdo relevante e conhecimento sobre medicamentos e novas formas de tratamento.

O outro possibilita que pacientes tenham acompanhamento médico sem a necessidade de deslocar-se até um consultório, tendo toda a consulta, avaliação e até diagnósticos por meio de tele chamadas, ou seja, pela internet. Mas, você realmente conhece o marketing digital e a telemedicina? Sabe seus conceitos? Continue lendo o texto e descubra!

 

O marketing digital

 

O marketing digital é a forma modernizada do antigo marketing, onde utiliza-se exclusivamente os meios digitais para promover e divulgar uma marca, empresa, uma pessoa, produtos hospitalares e por aí vai.

É comum estranhar sua presença na saúde, mas sua atuação tem grande importância. Muito mais do que promover um hospital, médico ou medicamentos farmacêuticos, o marketing digital leva informações a pessoas, em todas as partes do mundo, sendo essa sua vantagem, poder alcançar qualquer um.

Sua forma de divulgação consiste, como dito antes, na utilização do meio digital para divulgação como redes sociais, sites, blogs, vídeos, e-mail marketing, etc. Dependendo da forma como a publicidade deve ser feita e a estratégia escolhida de divulgação para determinadas empresas os métodos de marketing são diversificados.

 

O marketing digital na medicina

 

Empresas farmacêuticas têm utilizado o marketing digital como uma ferramenta eficaz para apresentar ao públicos seus novos medicamentos, assim como empresas de equipamentos hospitalares a utilizam com a mesma finalidade.

Ambas as áreas aproveitam o alcance desta forma de marketing moderna para vender online seus equipamentos e medicamentos, também mostrando que não precisam sair de casa para comprar, por exemplo, um medidor de pressão. Tão pouco precisam sair para buscar o produto, pois a entrega a domicílio é uma das novidades que muitas oferecem.

A telemedicina

 

 

Aposto que antes de 2020 você não sabia que a medicina poderia ser realizada de forma online, mas, é um método que já está no mercado a algum tempo e, no Brasil, começou a atuar exatamente no momento onde sair de casa não é uma opção.

Trata-se de uma forma de comunicação médico/paciente na forma virtual, que leva a facilitação do contato entre ambos quando a consulta presencial, por algum motivo, não for possível para nenhuma das partes. Dessa forma, facilitando e otimizando o setor da saúde em todos os aspectos.

Com tudo, a tecnologia da telemedicina não é utilizada apenas entre pacientes e médicos. Muitos profissionais usam ela como uma ferramenta de fácil comunicação entre eles, para troca de informações, exames, diagnóstico e até mesmo para auxiliar médicos em treinamento.

Para o paciente, os benefícios são enormes. Pessoas com problemas para deslocar-se até um centro hospitalar ou clínica devido a alguma deficiência ou por questão de distância podem fazer um acompanhamento médico através da teleconsulta. Estes podem também acessar seus exames online.

A telemedicina e o marketing digital atuam em conjuntos com outras ferramentas como softwares e equipamentos que facilitam, agilizam e torna mais prática a vida de todos que necessitam de alguma ajuda médica de urgência (consultas, opiniões médicas).

 

As subdivisões da telemedicina

 

A telemedicina é ampla, possuindo inúmeras subdivisões, setores com funções diferentes que auxiliam médicos e pacientes em determinadas situações. Veja abaixo as subdivisões:

 

TeleConsulta: é como uma consulta médica normal, no entanto, paciente e médico se encontram em locais distantes um do outro que impossibilita a consulta presencial;

Tele Interconsulta: é outra forma de consulta entre médicos para a troca de informações sobre exames e diagnósticos de pacientes e procedimentos a serem tomados, é como um especialista de um determinado setor hospitalar pedir auxílio a um profissional da área em outro hospital ou clínica, com a finalidade de adquirir uma segunda opinião. O paciente pode ou não participar desta consulta;

TeleDiagnóstico: é quando um médico, com qualificações e com especialização na área, realiza um diagnóstico a distância, utilizando laudos e pareceres, dados, imagens e/ou gráficos, sobre o estado de um paciente.

TeleCirurgia: já excluindo dúvidas que possam surgir nesta subdivisão, a telecirurgia não é uma forma de operar um paciente em sua casa por via remota, mas sim, uma forma de médicos realizarem cirurgias remotas em um hospital, utilizando equipamentos tecnológicos como sistemas robóticos próprios para essa atuação e softwares avançados.

Tele Triagem médica: nesta subdivisão da telemedicina o médico avalia o paciente à distância, seus sintomas e queixas, para poder encaminhá-lo a algum tipo de assistência necessária ou recomendar algum especialista da área em questão.

TeleOrientação: nesta subdivisão o médico realiza o preenchimento de documentos relacionados a declaração de saúde referente a futuras solicitações de contratação de planos de saúde.

 

A segurança da telemedicina

 

Algo que eu preciso comentar e que deve ajudar você a formular sua própria opinião sobre a telemedicina é a segurança que médico e paciente possuem ao utilizar esse sistema tecnológico na saúde. Como sabemos, nem mesmo na era digital estamos livres de certas ameaças e a telemedicina, por se tratar de um sistema digital, está sujeito a problemas, os quais podem sim ser evitados e existem leis que garantem a maneira certa deste sistema operar.

Pacientes possuem sigilo em consultas e diagnósticos, como previsto em lei no Brasil. A telecirurgia também possui rígidas regras para ser utilizada, por exemplo, o hospital deve possuir o espaço necessário e seguro, internet de qualidade com eficiência, eletricidade estável (não pode haver quedas de luz).

Equipamento 100% funcional e softwares de segurança avançados e eficazes que impeçam a ação de malwares e trojan (hackers). Além, claro, da permissão do paciente ou responsável. Com isso, pode-se garantir que a telemedicina possui todas as medidas emergenciais que a tornam seguras para ser usada em qualquer área de saúde.

Em fevereiro de 2019, a CFM realizou o lançamento de uma nova resolução da telemedicina, que são as citadas neste artigo. Em março de 2020 sua utilização foi regulamentada como caráter excepcional, para utilização durante a pandemia do novo coronavírus. Por enquanto, a Portaria Nº 467 que regulariza a telemedicina valida seu uso apenas durante a pandemia de 2020. Se a telemedicina será utilizada após essa crise pandêmica no Brasil, só saberemos futuramente.

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